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Olá. Este é o vídeo número seis, que trata de estratégias farmacológicas para o controle da agitação, e abordaremos algumas recomendações gerais e nossas metas de tratamento de destino para intervir em pacientes agitados.
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Portanto, em primeiro lugar, reconheça que, quando administramos medicamentos para alguém em agitação, especialmente quando estamos usando medicamentos parenterais, não se trata de restrições químicas. E esse é um pensamento muito frequente que muitos de nossos colegas, especialmente médicos e provedores que trabalham em ambientes de emergência, costumam pensar que, sempre que administramos um medicamento psiquiátrico injetável, isso é uma restrição química.
References:
- Wilson, M., Pepper, D., Currier, G., Holloman, G., & Feifel, D. (2012). The psychopharmacology of agitation: Consensus statement of the American Association for emergency psychiatry project BETA psychopharmacology Workgroup. Western Journal of Emergency Medicine, 13(1), 26-34.
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Bem, entenda que a definição da Joint Commission de restrições químicas é, parafraseando aqui, um medicamento usado para uma condição para a qual não é indicado apenas para restringir a liberdade e a liberdade de movimento de um indivíduo ou para conveniência da equipe. Isso não parece muito bom, não é mesmo? Porque a frase-chave ali é para uma condição para a qual não é indicado.
References:
- Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organization. Restraint and seclusion: complying with Joint Commission Standards. Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organization, (2002), p. 2
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