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A seguir, falaremos sobre o tratamento da hiperatividade motora e da desatenção em pacientes com transtorno do espectro do autismo, especificamente medicamentos não estimulantes.
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Apenas para revisar, os medicamentos não estimulantes para o tratamento dos sintomas do TDAH incluem os medicamentos agonistas alfa-2. Esses medicamentos agonizam os receptores alfa-2, que supostamente têm efeitos posteriores no aumento da norepinefrina que aumenta a dopamina nas regiões do lobo frontal do Brain. Esses medicamentos podem ter efeitos mais sedativos e, portanto, podem ser úteis para a hiperatividade.
References:
- Scahill, L., McCracken, J. T., King, B. H., Rockhill, C., Shah, B., Politte, L., Sanders, R., Minjarez, M., Cowen, J., Mullett, J., Page, C., Ward, D., Deng, Y., Loo, S., Dziura, J., McDougle, C. J., & Research Units on Pediatric Psychopharmacology Autism Network (2015). Extended-release guanfacine for hyperactivity in children with autism spectrum disorder. The American Journal of Psychiatry, 172(12), 1197–1206.
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O outro medicamento não estimulante sobre o qual devemos falar é a atomoxetina. Esse medicamento bloqueia a recaptação da norepinefrina, que também tem efeitos posteriores sobre a dopamina.
References:
- Harfterkamp, M., van de Loo-Neus, G., Minderaa, R. B., van der Gaag, R. J., Escobar, R., Schacht, A., Pamulapati, S., Buitelaar, J. K., & Hoekstra, P. J. (2012). A randomized double-blind study of atomoxetine versus placebo for attention-deficit/hyperactivity disorder symptoms in children with autism spectrum disorder. Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 51(7), 733–741.
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