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Substituição de Medicamentos para o SNC: Nem Sempre São Equivalentes
A seguir, apresentamos uma revisão recente publicada no Journal of Psychopharmacology que examina em profundidade os desafios enfrentados na substituição entre diferentes versões de medicamentos para o sistema nervoso central (SNC) e psiquiátricos. Essa questão é especialmente relevante no contexto dos genéricos e de formulações mais complexas, como os injetáveis de longa ação (LAIs).
Bioequivalência vs. Equivalência Clínica
Os autores iniciam lembrando a dificuldade e o elevado custo envolvidos no desenvolvimento de um novo medicamento para o SNC. Os custos podem chegar a bilhões de dólares, com baixa taxa de sucesso. Em razão disso, após o vencimento da patente de um medicamento de referência, os genéricos ingressam rapidamente no mercado.
Esses genéricos devem ser bioequivalentes ao original, mas isso significa que são verdadeiramente intercambiáveis para nossos pacientes psiquiátricos? Vejamos os principais pontos:
- Os genéricos devem apresentar o mesmo princípio ativo,
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